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SINOPSE

O show tem que começar e o pomposo e elegante Mestre de Cerimônia entra em cena para apresentar o grande cabaré, com atrações jamais vistas. Seus assistentes de palco, Paspatur e Bartolomeu mais atrapalham do que ajudam. Jurubeba, sua mulher, só dorme e o engana, mas ele nunca perde a pose! Personagens inusitados aparecem inesperadamente para atrasar mais ainda o início do espetáculo. O show vai começar?

ROTEIRO/CONTEÚDO

• Aquecimento plateia

• Avisos de Emergência

• Mendigo caçador de ilusões

• Pianistas Ingleses

• A Sonâmbula

• Hermafrodite

• A Pára…normal!

• Inimitáveis imitadores Bratkos Kamaradovskis

• Can Can

 

FICHA TÉCNICA
Direção Geral : Gabriela Winter

Elenco:
Mestre de Cerimônia Pançone – Eddy Stefani
Palhaço Bartolomeu – Cristiano Carvalho
Palhaça Jurubeba – Gabriela Winter
Palhaço Paspatur – Guilherme Ippolito

Cenografia: Natalia Vaz

Iluminação: Lele Siqueira

Operador de som e luz: Edson Muniz

Arte gráfica: Beatriz Saraiva

Produção: Clownbaret

Classificação: Livre

Público Alvo: Adultos e/ou Crianças

Gênero: Palhaços

Número de Integrantes na Equipe: 5

3 palhaços / 1 Mestre de Cerimônia / 1 operador de som e luz

Duração: aproximadamente 1 hora.

Tempo de montagem: 1 hora.

Desmontagem: 45 minutos.

PROPOSTA DE ENCENAÇÃO

As escolhas técnicas e estéticas utilizadas para a criação do “Clownbaret, O show tem que Começar!”, foram feitas baseadas nos mais de 30 cabarés realizados pela cia nos primeiros dois anos de trabalho, onde a cada mês trazíamos novos números e palhaços convidados, criando sempre um show diferente.

Os números apresentados e testados nestas apresentações foram sendo aprimorados e afinados nas salas de ensaio e voltando para outras edições do cabaré.

Quando decidimos montar “O Show tem que começar!” fizemos uma triagem do nosso repertório, selecionando os números e esquetes (clássicas e de criação própria) que mais cabiam no contexto de um show que nunca começa.Estas esquetes, ganharam uma “costura” , nascendo assim o espetáculo.

A estrutura “cabaré” sempre foi o nosso pano de fundo, e mantivemos esta proposta. A partir daí produzimos o cenário, 2 biombos dourados e um portal azul e dourado com pequenas luzinhas para trazer o clima de glamour, sua concepção foi pensando também na adaptabilidade em diversos espaços, como praças, palcos italianos, arena, rua e espaços alternativos.

O figurino do elenco segue a proposta de um show “distinto”. Começando pelo Mestre de Cerimônia com sua elegante cartola, um fraque preto, luvas e sapatos de verniz.

Os demais personagens acabaram por estabelecer uma relação entre eles, portanto, os dois assistentes do MC com seus uniformes verdes de funcionários do Clownbaret e sua esposa que ao decorrer do show tem trocas de figurinos, assim como os dois assistentes.

Optamos então por uma base (collant preto, meia calça colorida e ‘calcinha’ ou cueca’ de palhaço) onde pudéssemos ter trocas rápidas de roupa. Toda a vestimenta é bem colorida e nos números feitos em grupo, como o Can Can e os Russos, por exemplo, seguimos a idéia de estarem todos iguais. Saias de cetim com babados, chapéu e bigodes de russos.Já para o mendigo, um figurino bem mal ajambrado para contrastar com a elegância dos demais palhaços e a Hermafrodite, um ser lendário que é metade homem, metade mulher.

O Clownbaret propõe um show animado, pra cima, onde os palhaços trabalham diferentes linhas de atuação: performática, clássica, musical, solos, duplas, trios.

A iluminação acompanha os pensamentos destes palhaços, ora onírica, ora estonteante além de criar o clima de elegância do cabaré.

A sonoplastia é basicamente composta por vinhetas para dar o tom de cartoon e revelar o desfeiche das cenas.